Guerra Infinita e o Neomalthusianismo

Muito interessante a crítica social do filme Vingadores – Guerra Infinita. O vilão Thanos é um neomalthusiano maluco, com justificativas malthusianas e eugenistas bem parecidas com as de vários promotores históricos da cultura da morte como Frederick Osborn, Cecil Rhodes e Aldous Huxley.

O filme não tendencia à uma agenda politicamente correta (que está se tornando uma linha seguida por Hollywood). A única coisa irritante (como era de se supor) é o slogan messiânico Yankee do Capitão América: “Não negociamos vidas”, que de certa forma é uma falácia se entendida como uma resposta ao controle populacional de Thanos, já que o governo dos EUA e não apenas as fundações internacionais ou governantes de esquerda (como contam os direitistas), favoreceram a mentalidade malthusiana como o Kissinger Report do secretário de estado Henry Kissinger no governo de Gerald Ford (Republicano) dentre vários outros exemplos (de certa forma, a cultura da morte promovida pelas fundações internacionais vivem uma simbiose com o governo americano há algum tempo). Mas nada disso compromete e trata-se de um bom filme.

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